Redes Sociais

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Baby Laughing Hysterically at Ripping Paper (Original)



Essa é pra rir um pouco. Tem umas coisas que são bem curiosas no youtube. Outro dia encontrei esse vídeo. Um bebê gargalhando ao som de uma folha de papel sendo rasgada. Fico imaginando o porque disso, o que teria de tão engraçado nisso? mas sabe de uma coisa só a risada é contagiante. Me faz lembrar de crises de riso. Quem é que nunca teve uma crise de risos assim. Me lembro de uma vez na faculdade de Letras, uma amiga havia desenhado o rosto da professora de inglês em um coelho, e me mostrou. O desenho era perfeito e a professora tinha de fato dentes digamos avantajados. Eu lembro que chorei de rir. Todo mundo olhando pra minha cara e eu não conseguia parar de rir... Quem nunca teve uma dessas crises de riso...

até a próxima

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Times Like These (acoustic) - Foo Fighters (with lyrics)




In times like these - excelente música do foo fighters

até o próximo post.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Aconteceu em sala de aula



Boa noite prezados.

Eu, além de professor de inglês, leciono uma disciplina denominada projetos. Como sou formado em Direito, percebi  que poderia ensinar  noções de cidadania e direito, algo que nos falta muito. Sei que não posso consertar o mundo, mas faço minha parte.
Um dia como avaliação  passei um trabalho em grupo para meus alunos do ensino médio, muito conhecido por quem já fez dinâmicas de grupo para emprego, chama-se abrigo subterrâneo.   A situação é a seguinte: imagine que o mundo passou por uma guerra e restou você  e 12 pessoas. Você  terá a missão de  escolher seis pessoas para entrar em um abrigo subterrâneo e ter a chance de repovoar e reconstruir o mundo.  Cada pessoa que você escolher deverá ter algumas características importantes  que ajudarão na reconstrução do lugar.   O que eles não sabiam é que a lista de pessoas seria bem especial  pois eu coloquei, uma criança, uma mulher louca, um cientista com uma invenção misteriosa, um advogado negro, uma mulher  cega, um engenheiro com HIV, um médico homossexual  e daí por diante.
A idéia era tirá-los da zona de conforto e fazê-los pensar acerca de outras realidades e como lidar com elas. Estimular a criatividade e etc. Eles deveriam perceber que o advogado poderia criar regras organizacionais, leis e etc. A criança representaria o futuro, o novo, o engenheiro  reconstruiria o mundo, a mulher geraria filhos. Eles  já estavam inquietos  e sem saber muito o que fazer e um deles falou, nossa só tem gente braba, eu respondi, mas o mundo não é perfeito e temos de trabalhar com o que temos, aceitar diferenças e etc. 
Já no finalzinho do trabalho, um dos alunos falou, eu estou quase acabando, mas eu não sei o que uma pessoa cega poderia fazer no mundo, em tom de deboche. Ao que eu respondi  - Bom, o fato de termos pessoas assim  não qualifica ou desqualifica ninguém. Falei por exemplo  da minha experiência como estagiário da Defensoria Pública do Rio de Janeiro, onde conheci um defensor público cego, e que me inspirou muito. Dr Valmeri Jardim.  Disse que o fato dele ser cego não o desqualifica, pelo contrário, ele é muito inteligente e ajuda muita gente lá.
Isso tudo me fez pensar o quanto as pessoas podem não conhecer a realidade das outras, seja por ignorância ou qualquer outro motivo. Fiquei impressionado com o que esse meu aluno disse e me fez pensar na questão da integração entre  pessoa com deficiência e "normais" ,  e o quanto ainda estamos longe de vivermos em um país digno, em que as pessoas se respeitem e percebam  suas potencialidades. As vezes o micro-ambiente da sala de aula nos mostra uma fração de nossa sociedade, como é e como será. 


Até o próximo post. 

terça-feira, 17 de maio de 2011

Doação de cadeiras de rodas - Urgente até 20/05

Prezados, boa noite, divulguem 

 O Rotary Club vem convidar as Instituições no Projeto Cadeiras de Rodas para preparação da nova distribuição de 2011 com cerca de 200 cadeiras para pessoas carentes, conforme os dados abaixo:

1)      Data prevista de distribuição  16-20 de Maio de 2011 de 8:00h às 18:00h;

2)      Local de Distribuição Clube Naval de Charitas, Av. Carlos Ermelindo Marins 68, Jurujuba, Niterói, tel:(21)2109-8100;

                                      Identidade(Levar no dia da distribuição), a Medida do Quadril(não cintura), 

3)      Todos pacientes devem comparecer no Clube Naval no dia marcado para adequação de sua respectiva cadeira de rodas;


                           Contamos com o Apoio de todos vocês para o Sucesso do Projeto, e ficamos a disposição para qualquer informação.


É verdade, estive no local hoje, são cadeiras recondicionadas, mas muito boas. Solicito que repassem  essas informações pois havia poucas pessoas no local.

Até o próximo post






terça-feira, 10 de maio de 2011

Problemas corriqueiros

Boa noite pessoal, estou há algum tempo sem postar por um problema que me acometeu essa semana. Como cadeirante, um dos problemas mais comuns de ocorrer além das terríveis escaras, são problemas na coluna. O que aconteceu comigo foi o segundo, escaras já não tenho há um bom tempo.  Tive dores bem fortes na coluna e que estavam irradiando para os braços. Fui ao médico e fui informado que estava com dois pontos de fragilidade, na cervical e na lombar. Estou fazendo sessões de fisioterapia e medicação. Assim que estiver melhor volto a postar com mais frequência.

Abraços

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Prédios públicos e consciências adaptadas

Boa noite, pessoal


Eu fui até a Metro III hoje, no Méier, em razão da cisão da metro X em duas metros ( 3 e 6)  e  para ver a possibilidade de troca de escola pois apesar de gostar da muito da minha atual escola, situada em Curicica, estava bastante dificultoso ir até o local, pela falta de ônibus adaptados. Os poucos que consigo tenho de fazer baldeação de 2 a 3 ônibus, além de carona. Sem contar que por ser um Ciep, as rampas estavam acabando com meu ombro. Ressalto ainda que já caí na escola por conta do chão irregular do local.

Bom, chegando na Metro III , fui surpreendido por uma longa escadaria, assim como havia na metro X, a qual minha atual escola pertence, o que me fez pensar novamente na questão da adaptação de prédios públicos, minha grande luta no momento. Havia 3 lances de degraus com mais ou menos 7 degraus cada lance.

Tive de esperar a boa vontade de alguém descer pra me auxiliar, fui muito bem atendido por sinal pela pessoa que desceu, mas como ainda está tudo muito confuso no local por conta da reestruturação administrativa da metro, não tive uma resposta imediata,  sob promessa de receber uma ligação. Vamos ver no que vai dar.

 Eu acho curioso a falta de preparo e desse país, que simplesmente não se dá conta de que há professores e pessoas cadeirantes. Assim como também há alunos cadeirantes, ou com qualquer outra questão de mobilidade reduzida, deficiência visual, seja transitórias ou permanente.

Prestei o concurso, fiz perícia e fui aprovado como qualquer outro profissional, mas na hora de trabalhar eu pergunto, como? Se a maioria, senão todas as escolas tem degraus, declíves, banheiros com portas estreitas.

Abandonar o cargo? e deixa de ter a possibilidade de fazer a diferença e conscientizar pessoas? De exercer a cidadania? Gosto muito do que faço  pra isso.


Com relação a adaptação, não e só a de estruturas físicas que deve ocorrer, mas principalmente a de consciências. Pergunto, ainda que retoricamente,  até quando isso vai ficar assim? vejam as fotos do local





Até o próximo post.

domingo, 1 de maio de 2011

Preposições em inglês

Boa noite, pessoal.

Hoje vamos falar um pouco sobre preposições em inglês. Esse é um assunto um tanto quanto polêmico já que não há exatamente uma regra específica de uso delas. Costumo dizer que na verdade, o uso, o cotidiano, as mudanças naturais de uma língua é que vão moldando a utilização delas. Algumas preposições se cristalizam na língua. Um exemplo : Usamos a preposição AT ao falarmos de lugares específicos, tridimensionais e etc.  She's at the Santos Dumont Airport. Ela está no aeroporto Santos Dumont. - ok, fechamos a uma regra, mas se eu digo. He's good at soccer.  Ele é bom no futebol. Fechou? acho que não. Uma dica pra aprender use-as, leia, pesquise o uso, forme seu vocabulário. Veja no caso as regências, qual palavra pede o que. Assim veremos que to be good at something - Good at, significa ser bom em algo. Mera questão de regência. Vou colocar um quadrinho que nos ajuda a compreender o uso, nesse caso são preposições de lugar.


Vemos que as imagens falam por si só, mas o assunto preposições é bem vasto e seguiremos com outros posts sobre o assunto. Mas o que eu quero ressaltar é o uso da língua é que deixa tudo mais simples.

Certa feita perguntei a um amigo canadense acerca do uso das preposições, o que definia o uso delas, até para que eu pudesse entender. Ele simplesmente disse, eu não sei. Algumas coisas são meio óbvias e outras o simples uso e que dita regras.  Se você estiver queimando neurônios tentando entender, não será o único.

até o próximo post